Ao que parece, os capelões que costumam andar a sarandar pelos hospitais são pagos a 100% pelo estado, enquanto que os médicos e medicamentos não. Será que os padres são mais eficazes nos tratamentos das doenças?
Ou será também que é como diz o ateísmo.net que “as paredes de algumas enfermarias parecem montras de quinquilharia sacra decoradas com cruzes, imagens pias e fotos da Irmã Lúcia, como se os micróbios se afastassem da iconografia santa como os administradores do Estado se afastam do cumprimento da lei.”?
Se o hospital for de índole religiosa, pode ter os símbolos religiosos que bem lhe apetecer, não achas?
ResponderEliminarSe forem Hospital que não uma Ordem, então já não acho correcto.