segunda-feira, julho 31, 2006
Uma pérola!
DUAS CARREIRAS, DOIS ESTILOS: A grande diferença entre este serial killer de Santa Comba Dão e o outro é que este não mandava a PIDE fazer o trabalho. RAP
quinta-feira, julho 27, 2006
Sem tempo para quase nada!
Metade da empresa está de férias. Os gajos que andam a instalar o SAP vão-se embora esta semana. Como ninguém domina a aplicação vamos sempre pedir-lhes ajuda. Eles fazem-se de esquisitos e dizem que como estão quase a dar o baza temos que nos desenrascar. E então o que faz o povo muitas das vezes? Viram-se para a informática ou melhor: EU pois o chefe está de férias.
As coisas até se fazem, até que o povo começa a dizer que a factura não saiu pois estava configurado para uma pequena conta mas afinal era um canal de distribuição diferente. E que foram cobrar uma factura parcial e tal e não sei mais o que. Para além das actividades tipo Horecas e outros nomes que tais. E que facturaram não sei o quê e que não sai desconto nem como bónus extra. Isto claro sem esquecer que tenho de saber que para criar peças tenho de saber qual é o Grupo de Classificação Contábil, se pertencem às existências normais, reduzidas ou outras e quais os descontos tendo em conta os pagamentos e o caralho.
É sempre bom aprender coisas novas é o que é...
Esta semana já fiz de informático, contabilista, fiel de armazém, fiscal de stock, electrónico, carpinteiro, técnico de alarmes... enfim... sou um gajo multifacetado...
Só espero que não me ponham a levar no cu... é que já fiz tudo por aqui! (Era óbvio que também não levava. Este àparte é por causa das putas das bocas que esta frase iria dar origem)
quarta-feira, julho 19, 2006
Regresso da Lua de Mel
A nossa fantástica prainha. Maravilhosa mesmo. Um sossego. Bom sitio para se dar umas quecas... acreditem! :)
A nossa cabaninha na praia. Vista fantástica. Dois passos e praia, onde podiamos tomar banho com o nosso amigo tubarão que só media cerca de 30 cm apesar de adulto.
A minha fofinha linda e maravilhosa...
E nos últimos dias, um lindo por do sol, acompanhado por uma familia de golfinhos que fez parte da viagem connosco.
Nunca pensei que pudesse ser tão bom... Dos melhores tempos da minha vida, aliás, da nossa.
quarta-feira, junho 21, 2006
Capital
Isto tudo fez com que eu tivesse uma incrível vontade de fazer um InterRail. Acho que todos deviam fazer um. Não o fiz mas por um excelente motivo. Troquei um meu InterRail na altura por umas férias com a minha ex-amiga Márcia, agora minha namorada. Não me vou arrepender.
Podia era conseguir convencer a minha fofa a deixar-me ir num com uns amigos e ela ficava em casa e portava-se bem.
Desde que desta vez não fosse para ficarmos quatro dias em Amesterdão a dormir na estação entre idas às putas e muita ganza, tal como estava combinado.
segunda-feira, junho 12, 2006
Casamento
Daqui a uns dias vou casar. É verdade. Vou me meter nesta aventura.
Nem imaginam o trabalho que dá, e o dinheiro que custa.
E depois são reuniões quase todos os dias. Ou é a florista, ou as gajas da quinta, ou o fotógrafo, ou o padre, ou quem faz uns trabalhos decorativos, ou o coro, ou os sapatos, ou o fato… nem sei! Já não paro há um mês. Nem aos fins de semana. No Sábado fui a Paços de Ferreira. Tive lá a tarde toda. Depois comprar uns sapatos. No Domingo de manhã fui falar com o padre, de tarde arrumar umas coisas e ir à Trofa. Há vinda mais uma sapataria, ainda por causa dos sapatos. Nesta semana ocupado todos os dias, e ainda parece que tenho de vir trabalhar no feriado. Enfim… tudo a ajudar.
Já não apareço no café há anos, já não apanho nenhuma tosga há séculos…
Vou para outra casa fora dos meus pais, da minha irmã (nunca mais vou saber das cusquices) e da minha gata.
Lá vou ter de cozinhar, lavar a roupa, lavar a louça, passar a ferro, limpar a casa, limpar o wc, fazer a cama… enfim, um montão de coisas.
Posto isto… não sei onde está a vantagem!
Ó Márcia… não queres antes vir morar para minha casa? :)
terça-feira, junho 06, 2006
É que é Besta!
O abécula do Miguel Relvas, na SIC-Notícias, afirmou, em relação ao estado de Timor o seguinte:
"Como é possível que um país católico como Timor tenha um primeiro-ministro muçulmano?"
A minha pergunta é: Como é possível em Portugal, no ano de 2006, haver deputados deste calibre?
Fazendo um exercício de regra de “3 simples”, se um deputado diz coisas destas eu pelo facto de não dizer tantas alarvidades, devia ser o Einstein.
segunda-feira, junho 05, 2006
Aviso à comunidade
terça-feira, maio 30, 2006
O que é que estes gajos comem?
Mas será que isto cabe nos miolos de alguém?
E quais são os critérios? Será tipo, se o filho ao jantar contar coisas porreiras do prof. vai ter Bom, se disser que ele tá sempre a falar do comunismo e a dizer que Cuba é demais, tá chumbado. Se der negativas ao irmão que anda na turma do lado... e ele for chumbar por isso... também está feito. Se não chatear muito tem as costas safas. Se for de Educação Fisica que não chateia ninguém...
Mas tá tudo tolo? Quando dei aulas nem eu sabia quem eram os pais dos putos, quanto mais eles de mim...
A não ser que ponham os gajos a assistir às aulas... tou mesmo a ver os cotas com a 3 classe... a assistir a aulas de trignometria e a dizerem que o professor é louco e que não quer mais o filho naquela escola!
segunda-feira, maio 22, 2006
Mikas Rebelo Pinto
Considerando que o livro é um objecto historicamente associado à Cultura e à transmissão de ideias;
Considerando que vivemos num tempo em que os suportes para a transmissão de ideias, pensamentos, teses, etc. são múltiplos;
Considerando que importa fazer frente ao relativismo cultural que tenta vender a ideia de que gosto e qualidade são uma e a mesma coisa;
Considerando que a meta última de um livro é ser lido, absorvido e pensado pelos seus leitores e nunca por nunca enfeitar estantes,
Os abaixo-assinados vêm, por este meio, apelar à senhora Margarida Rebelo Pinto e à sua editora que tenham o bom gosto de deixar de publicar coisas escritas pela referida senhora, uma vez que o suporte Livro deve ser usado apenas por aqueles cuja prosa ou poesia se inserem nos considerandos atrás assinalados.
Porque acreditam que a senhora Margarida Rebelo Pinto escreve não para ganhar dinheiro mas para dar asas à sua criatividade, os abaixo-assinados convidam-na a usar os suportes alternativos disponíveis, designadamente a Internet, para poder continuar deixar fluir a sua prosa, que tanto lhe agrada a ela e a uns milhares de pessoas que desconhecem o que é ler um verdadeiro Livro.
Se não aceitar as nossas sugestões, tomamos a liberdade de passar a vê-la como uma adversária da Cultura. Esperamos que não nos leve a mal e que não nos mova qualquer processo.
http://www.petitiononline.com/zeca1234/petition.html
sexta-feira, maio 19, 2006
Morangos envenenados
quinta-feira, maio 18, 2006
Os putos
Ou tínhamos que ficar fechados em casa por causa da violência?
Será que seríamos iguais?
E a Internet? Como é que eu seria com Internet ou MSN ou SMS. Quantas gajas poderia eu ter comido com base nas SMS? E quantos chumbos por causa destes vícios? E os MP3. E os canais descodificados da TVCabo?
Será que eu trocava?
quarta-feira, maio 10, 2006
Refinaria vs Ambiente 0 - 1
Até parecemos um país desenvolvido!
quarta-feira, maio 03, 2006
Uma ida à Serra
Este fim-de-semana lembrei-me de ir a um local, que já não visitava há alguns valentes anos. No fim, dei-me por satisfeito… de ter sido há tanto tempo a última vez que lá tinha ido.
Esse lugar um tanto ao quanto desolador fica infelizmente em Valongo e deveria estar em muito melhor estado do que está.
A Serra de Santa Justa foi o sítio em questão. Ao chegar lá cima, só via cascalho e terra de possíveis recuperações de estradas e árvores todas partidas, possivelmente por causa dos últimos incêndios. Um bar lá em cima, um pouco abaixo da capela que não cheguei a visitar, novo, mas, aparentemente por estrear há já algum tempo. Isto para não falar duma fonte ou coisa que o valha que lá estava mas com a água toda porca e parada há um bom par de anos. Ah, não podíamos esquecer do tipo de povo que lá estava, aquele típico português que vai fazer piqueniques ao Domingo...
Posto isto, claro está, dei meia volta e vim embora. Lembrei-me então de outra coisa.
E se eu fosse a Couce?
E lá fui. Para ser mais preciso, não fui bem a Couce pois não me quis aventurar com o meu carro pela rua de terra batida e pedregulhos pois podia-o danificar. Parei o carro no início e fui a pé durante alguns minutos.
Acho que podiam fazer daquele recanto um dos locais mais bonitos do Grande Porto. Sei que chegou a haver um projecto para fazer uma recuperação mas penso que não foi bem sucedido. É pena. Valongo tinha muito a ganhar. Podia tornar a Serra um local de atracção turística com grande afluência, podendo até vir a ser um destino de pequenas férias.
Mas para já e durante uns bons pares de anos isso não vai ser possível visto o cheiro pestilento que o grande caudal do rio (para meu espanto, pois penso nunca ter visto o rio tão forte) possuía. Os peixes já devem ter ido todos ter com os anjinhos e toda aquelas espécies raras, pelo menos nestas bandas, devem ter os dias contados.
É pena ver assim um parque Paleozóico estar tão só e abandonado.
Ainda vi um pai com os seus dois filhotes de mochilas às costas, a regressarem duma “exploração” pela natureza a olharem para umas bonitas rochas que jorravam água pelas fissuras… Com o tratamento estão a dar a este espaço… não se irá verificar isto por muito mais tempo!
segunda-feira, abril 24, 2006
A casa dos meus avós

Esta era a casa dos meus avós.
Foi agora comprada pelos meus pais. Neste momento está assim conforme a foto.
É estranho. Ao ver esta foto lembrei-me dos momentos que lá passei com os meus avós.
O meu avô na oficina das bicicletas a concerta-las e eu a ver, sentado num banco. Ou quando almoçava com a minha avó. Ou então a dormir com ela enquanto lhe enrolava os caracóis e ela contava-me que conversava com uma raposa que vinha bater à porta do quintal e eu achava aquilo demais. Ou até das caminhadas até Ardegães, terra do meu avô.
O meu avô a lanchar grandes nacos de queijo enquanto jogava dominó e se chateava com todos.
Os cortes de cabelo que lhe fazia o avô do Marginalizante, num banco no meio das bicicletas, enquanto ia atendendo os clientes.
A mania de ir almoçar sempre nos restaurantes aos fins-de-semana, passeios que ninguém gostava de alinhar.
O Mundo está em constante renovação. É pena as pessoas também, e com isso desaparecerem.
terça-feira, abril 18, 2006
In Expresso
Daniel Oliveira - Expresso
P.S. É o maior! :)
Supremo Tribunal da Parvalhândia
Recentemente considerou aceitável o comportamento da responsável de um lar de crianças deficientes em Setúbal, indicada por maus tratos, nomeadamente por dar palmadas e estaladas aos menores e fechá-los em quartos escuros quando estes se recusavam a comer.
Eles acham que fechar crianças em quartos é um castigo normal de um «bom pai de família» e que as estaladas e palmadas, se não forem dadas, podem até configurar negligência educacional.
Nada que nos possa espantar. É que já noutras duas vezes, aquando da queixa de duas inglesas por violação numa zona do Algarve, este mesmo tribunal disse que ah e tal... sabem como é, vocês vieram para "a coutada do macho latino".
E isto não é nada quando comparado ao caso em que o homem matou a mulher e a pena foi diminuida porque era um facto ela deixar queimar realmente o estrugido.
Mais nada. Assim é que se deve aplicar as leis. Haja justiça.
P.S. Este casos são veridicos e foram retirados de citações numa crónica do caríssimo Daniel Oliveira!
quinta-feira, abril 13, 2006
O meu sábado à noite
Até aqui tudo normal, não fosse ele ter enviado uma sms para que lá aparecêssemos uma hora depois da tal sms ter chegado, ou seja, por volta das, espantem-se, 23h15 desse mesmo sábado. Eh pah, o médico não deve é bater muito bem pensei cá para mim.
Chegando lá, deito-me na marquesa, levo a anestesia e começa a operação. Ele e a minha fofa na conversa numa boa e eu ali fodido a ser cortado duma ponta à outra. O gajo escarafunchava e eu termia como ó caralho. Ele fazia cada manobra e ia falando. Ah e tal eu tenho uma estufa e não sei o quê… e tenho isto e aquilo… e tinha também perus! O peru, dizia ele, é um bicho muito caricato. Eu antigamente apanhava umas fardas valentes e depois vinha para aqui falar com eles. E eles eram bastante compreensivos. Nunca me contrariaram nem nada.
E eu… ali desorientado a ser cortado… e a tremer e tenso como tudo. Pouco depois começa ele a dar pontos. Que cena que é saber que está ali um agulhão a furar-me as costas. E eu à procura do dedito da minha fofa que estava ali ao pé de mim… agarrei nele e ela teve de ir limpar a “frida” e lá fiquei outra vez eu sozinho.
Finda a operação, eu a sair da marquesa quase que caía de nervos… o médico passado um bocado até me perguntou se eu não queria sentar-me um bocado pois estava muito pálido. É que parece que não mas foram três pontos que eu levei :)
Bem, tinha ido lá com a minha fofa e a minha irmãzinha porque a seguir íamos todos curtir e… lá mandei tudo para casa dado o meu estado lastimável.
Sabem como é: macho que é macho quer é ver os médicos mais as agulhas ao longe!
quarta-feira, abril 12, 2006
Semana atribulada
Um destes casos passou-se em Ermesinde. Problemas de trânsito, uma gaja parva mete-se onde não deve, outra depois do semáforo abrir arranca feita louca e TAU vai à traseira do gajo da frente. Sai do carro para ver os danos e ao entrar chama Puta à parva. A parva agora puta não gostou, sai também do veículo mas já não chega a tempo de agarrar na malcriada. A malcriada trancada no carro vê a puta aos murros na sua janela e a dizer: “Olha-me a malcriadona. Bate no homem e chama-me puta a mim”.
Depois da malcriada fazer o telefonema para a polícia, e de terem todos encostado o carro no passeio vieram para a rua, as gajas, fodidas da cabeça embrulham-se nos cabelos uma da outra, e o gajo que não tinha culpa nenhuma é que tava agora fodido da cabeça pela situação e também, claro está, com o carro fodido.
Eu no outro lado da rua, evidentemente, presenciava tudo alegremente e com o telemóvel na mão, quase em situação de ataque para a verdadeira fotografia para futuro deleite. Não o fiz pois os velhos senis certamente, diziam que aquilo não tinha jeito nenhum e foram todos separar os intervenientes, acabando assim com o espectáculo. Mas prontos… também pelo que paguei… :)
Este foi um dos casos da semana. O outro é mais sério e com final bastante trágico.
Fui ao Porto e chegando ao meu destino deparei com viaturas do INEM. O que é que se tinha passado? Um velho de 80 e tal anos andava desconfiado que a esposa da mesma idade o traía com outro velho. O marido resolveu por cobro à situação, esfaqueando a mulher. Chamaram então os bombeiros e a senhora foi levada para o hospital. O velho ficou em casa (sim… ninguém o levou preso) e começou a achar que alguém iria fazer queixa dele. Foi então em direcção à janela, subiu e quando se ia atirar cá abaixo, da altura do 2º andar, começaram todos aos berros.
O neto e o fotógrafo com o qual eu ia ter vieram para o passeio para impedir o suicídio. O velho fez orelhas moucas e atirou-se na mesma. O neto ainda tentou amparar a queda. Resultado, partiu uma perna. E o meu fotógrafo perguntam vocês. Bem, ele como homem de coragem, quando viu que o gajo se ia atirar, fugiu imediatamente para dentro do estúdio caso contrário, segundo ele, ainda levava era com o gajo em cima e quem morria era ele :)
Enfim, um verdadeiro macho! :)
quinta-feira, abril 06, 2006
Músicol
E vocês? Há alguma coisa que estejam interessados? Está previsto alguma coisa de jeito?
Galp Energia
que o último a chegar é paneleiro
Venha a Alemanha, o Brasil ou a Argentina
com cabelos de menina e cara de lobo mau
se calham a apanhar-nos pela frente e viram as costas à gente… TAU!
O que é isto perguntam vocês. É a música da Galp Energia de apoio à selecção nancional para o Mundial de 2006.
Os responsáveis já tiveram que vir pedir desculpas a uma associação Gay portuguesa e tiveram que mudar a letra. Em vez de paneleiro agora fica calaceiro. Enfim...