sexta-feira, maio 19, 2006

Morangos envenenados

Uma doença foi transmitida por uma telenovela da TVI. Não, não estou a falar dos DZRT mas sim duma alergia com que todos os putos apanharam. Ainda bem que nem todas as séries transmitem vírus. É que a avaliar pela quantidade de filmes de foda que já vi, a esta hora podia estar com a piroca feita num oito por conta de uma sífilis mas tratada...

quinta-feira, maio 18, 2006

Os putos

Será que se fossemos crianças agora a nossa infância seria igual? Será que podíamos continuar a brincar nas ruas como na altura? Será que ainda há os campos para podermos correr? Será que ainda podíamos andar de bicicleta por onde andávamos. E jogar à bola?

Ou tínhamos que ficar fechados em casa por causa da violência?

Será que seríamos iguais?

E a Internet? Como é que eu seria com Internet ou MSN ou SMS. Quantas gajas poderia eu ter comido com base nas SMS? E quantos chumbos por causa destes vícios? E os MP3. E os canais descodificados da TVCabo?

Será que eu trocava?

quarta-feira, maio 10, 2006

Refinaria vs Ambiente 0 - 1

Portugal não vai permitir a construção de uma nova refinaria por motivos ambientais.

Até parecemos um país desenvolvido!

quarta-feira, maio 03, 2006

Uma ida à Serra

Este fim-de-semana lembrei-me de ir a um local, que já não visitava há alguns valentes anos. No fim, dei-me por satisfeito… de ter sido há tanto tempo a última vez que lá tinha ido.

Esse lugar um tanto ao quanto desolador fica infelizmente em Valongo e deveria estar em muito melhor estado do que está.

A Serra de Santa Justa foi o sítio em questão. Ao chegar lá cima, só via cascalho e terra de possíveis recuperações de estradas e árvores todas partidas, possivelmente por causa dos últimos incêndios. Um bar lá em cima, um pouco abaixo da capela que não cheguei a visitar, novo, mas, aparentemente por estrear há já algum tempo. Isto para não falar duma fonte ou coisa que o valha que lá estava mas com a água toda porca e parada há um bom par de anos. Ah, não podíamos esquecer do tipo de povo que lá estava, aquele típico português que vai fazer piqueniques ao Domingo...

Posto isto, claro está, dei meia volta e vim embora. Lembrei-me então de outra coisa.

E se eu fosse a Couce?

E lá fui. Para ser mais preciso, não fui bem a Couce pois não me quis aventurar com o meu carro pela rua de terra batida e pedregulhos pois podia-o danificar. Parei o carro no início e fui a pé durante alguns minutos.

Acho que podiam fazer daquele recanto um dos locais mais bonitos do Grande Porto. Sei que chegou a haver um projecto para fazer uma recuperação mas penso que não foi bem sucedido. É pena. Valongo tinha muito a ganhar. Podia tornar a Serra um local de atracção turística com grande afluência, podendo até vir a ser um destino de pequenas férias.

Mas para já e durante uns bons pares de anos isso não vai ser possível visto o cheiro pestilento que o grande caudal do rio (para meu espanto, pois penso nunca ter visto o rio tão forte) possuía. Os peixes já devem ter ido todos ter com os anjinhos e toda aquelas espécies raras, pelo menos nestas bandas, devem ter os dias contados.

É pena ver assim um parque Paleozóico estar tão só e abandonado.

Ainda vi um pai com os seus dois filhotes de mochilas às costas, a regressarem duma “exploração” pela natureza a olharem para umas bonitas rochas que jorravam água pelas fissuras… Com o tratamento estão a dar a este espaço… não se irá verificar isto por muito mais tempo!

segunda-feira, abril 24, 2006

A casa dos meus avós


Esta era a casa dos meus avós.

Foi agora comprada pelos meus pais. Neste momento está assim conforme a foto.

É estranho. Ao ver esta foto lembrei-me dos momentos que lá passei com os meus avós.

O meu avô na oficina das bicicletas a concerta-las e eu a ver, sentado num banco. Ou quando almoçava com a minha avó. Ou então a dormir com ela enquanto lhe enrolava os caracóis e ela contava-me que conversava com uma raposa que vinha bater à porta do quintal e eu achava aquilo demais. Ou até das caminhadas até Ardegães, terra do meu avô.

O meu avô a lanchar grandes nacos de queijo enquanto jogava dominó e se chateava com todos.

Os cortes de cabelo que lhe fazia o avô do Marginalizante, num banco no meio das bicicletas, enquanto ia atendendo os clientes.

A mania de ir almoçar sempre nos restaurantes aos fins-de-semana, passeios que ninguém gostava de alinhar.

O Mundo está em constante renovação. É pena as pessoas também, e com isso desaparecerem.

terça-feira, abril 18, 2006

In Expresso

Não deve haver muitos países onde um político de extrema-direita tenha direito a 45 minutos quinzenais para doutrinação política, a solo, num canal informativo de televisão. Mas acontece em Portugal. Na SIC-Notícias, Paulo Portas repete, em versão beata, a mesma agenda de Le Pen, Bossi ou Haider.

Daniel Oliveira - Expresso

P.S. É o maior! :)

Supremo Tribunal da Parvalhândia

O nosso supremo tribunal é mesmo castiço.

Recentemente considerou aceitável o comportamento da responsável de um lar de crianças deficientes em Setúbal, indicada por maus tratos, nomeadamente por dar palmadas e estaladas aos menores e fechá-los em quartos escuros quando estes se recusavam a comer.

Eles acham que fechar crianças em quartos é um castigo normal de um «bom pai de família» e que as estaladas e palmadas, se não forem dadas, podem até configurar negligência educacional.

Nada que nos possa espantar. É que já noutras duas vezes, aquando da queixa de duas inglesas por violação numa zona do Algarve, este mesmo tribunal disse que ah e tal... sabem como é, vocês vieram para "a coutada do macho latino".

E isto não é nada quando comparado ao caso em que o homem matou a mulher e a pena foi diminuida porque era um facto ela deixar queimar realmente o estrugido.

Mais nada. Assim é que se deve aplicar as leis. Haja justiça.

P.S. Este casos são veridicos e foram retirados de citações numa crónica do caríssimo Daniel Oliveira!

quinta-feira, abril 13, 2006

O meu sábado à noite

Este sábado foi marcado por uma situação bastante caricata. Tinha um sinal preto que, como mandam as leis deve ser removido pois pode ser perigoso. Fui de manhã ao médico e esperei até ele dizer que quando lhe desse mais jeito telefonava à minha namorada (ele é o dono da clínica onde ela tem um posto de enfermagem) para eu ir tirar o dito cujo.

Até aqui tudo normal, não fosse ele ter enviado uma sms para que lá aparecêssemos uma hora depois da tal sms ter chegado, ou seja, por volta das, espantem-se, 23h15 desse mesmo sábado. Eh pah, o médico não deve é bater muito bem pensei cá para mim.

Chegando lá, deito-me na marquesa, levo a anestesia e começa a operação. Ele e a minha fofa na conversa numa boa e eu ali fodido a ser cortado duma ponta à outra. O gajo escarafunchava e eu termia como ó caralho. Ele fazia cada manobra e ia falando. Ah e tal eu tenho uma estufa e não sei o quê… e tenho isto e aquilo… e tinha também perus! O peru, dizia ele, é um bicho muito caricato. Eu antigamente apanhava umas fardas valentes e depois vinha para aqui falar com eles. E eles eram bastante compreensivos. Nunca me contrariaram nem nada.

E eu… ali desorientado a ser cortado… e a tremer e tenso como tudo. Pouco depois começa ele a dar pontos. Que cena que é saber que está ali um agulhão a furar-me as costas. E eu à procura do dedito da minha fofa que estava ali ao pé de mim… agarrei nele e ela teve de ir limpar a “frida” e lá fiquei outra vez eu sozinho.

Finda a operação, eu a sair da marquesa quase que caía de nervos… o médico passado um bocado até me perguntou se eu não queria sentar-me um bocado pois estava muito pálido. É que parece que não mas foram três pontos que eu levei :)

Bem, tinha ido lá com a minha fofa e a minha irmãzinha porque a seguir íamos todos curtir e… lá mandei tudo para casa dado o meu estado lastimável.

Sabem como é: macho que é macho quer é ver os médicos mais as agulhas ao longe!

quarta-feira, abril 12, 2006

Semana atribulada

Esta última semana foi algo atribulada a nível de situações presenciadas pela minha pessoa.

Um destes casos passou-se em Ermesinde. Problemas de trânsito, uma gaja parva mete-se onde não deve, outra depois do semáforo abrir arranca feita louca e TAU vai à traseira do gajo da frente. Sai do carro para ver os danos e ao entrar chama Puta à parva. A parva agora puta não gostou, sai também do veículo mas já não chega a tempo de agarrar na malcriada. A malcriada trancada no carro vê a puta aos murros na sua janela e a dizer: “Olha-me a malcriadona. Bate no homem e chama-me puta a mim”.

Depois da malcriada fazer o telefonema para a polícia, e de terem todos encostado o carro no passeio vieram para a rua, as gajas, fodidas da cabeça embrulham-se nos cabelos uma da outra, e o gajo que não tinha culpa nenhuma é que tava agora fodido da cabeça pela situação e também, claro está, com o carro fodido.

Eu no outro lado da rua, evidentemente, presenciava tudo alegremente e com o telemóvel na mão, quase em situação de ataque para a verdadeira fotografia para futuro deleite. Não o fiz pois os velhos senis certamente, diziam que aquilo não tinha jeito nenhum e foram todos separar os intervenientes, acabando assim com o espectáculo. Mas prontos… também pelo que paguei… :)

Este foi um dos casos da semana. O outro é mais sério e com final bastante trágico.

Fui ao Porto e chegando ao meu destino deparei com viaturas do INEM. O que é que se tinha passado? Um velho de 80 e tal anos andava desconfiado que a esposa da mesma idade o traía com outro velho. O marido resolveu por cobro à situação, esfaqueando a mulher. Chamaram então os bombeiros e a senhora foi levada para o hospital. O velho ficou em casa (sim… ninguém o levou preso) e começou a achar que alguém iria fazer queixa dele. Foi então em direcção à janela, subiu e quando se ia atirar cá abaixo, da altura do 2º andar, começaram todos aos berros.
O neto e o fotógrafo com o qual eu ia ter vieram para o passeio para impedir o suicídio. O velho fez orelhas moucas e atirou-se na mesma. O neto ainda tentou amparar a queda. Resultado, partiu uma perna. E o meu fotógrafo perguntam vocês. Bem, ele como homem de coragem, quando viu que o gajo se ia atirar, fugiu imediatamente para dentro do estúdio caso contrário, segundo ele, ainda levava era com o gajo em cima e quem morria era ele :)

Enfim, um verdadeiro macho! :)

quinta-feira, abril 06, 2006

Músicol

Ando com umas saudades de ver uns concertos. Gostava de voltar a ver Peste & Sida, de me estrear num dos System of a Down, rever pela décima vez Jorge Palma e principalmente Luís Portugal dos já extintos Já Fumega que tem uma das melhores vozes portuguesas.

E vocês? Há alguma coisa que estejam interessados? Está previsto alguma coisa de jeito?

Galp Energia

Vamos com tudo, meter o pé chutar primeiro
que o último a chegar é paneleiro

Venha a Alemanha, o Brasil ou a Argentina
com cabelos de menina e cara de lobo mau
se calham a apanhar-nos pela frente e viram as costas à gente… TAU!

O que é isto perguntam vocês. É a música da Galp Energia de apoio à selecção nancional para o Mundial de 2006.
Os responsáveis já tiveram que vir pedir desculpas a uma associação Gay portuguesa e tiveram que mudar a letra. Em vez de paneleiro agora fica calaceiro. Enfim...

sexta-feira, março 31, 2006

Imigrantes ilegais

Há cada coisa...

Portugueses ilegais no Canadá e que vivem lá há mais de 10 anos, com filhos nascidos lá e tudo. E todos a terem que vir para o nosso Portugal. A maioria até parece que é dos Açores e que não cabem lá todos. Aquilo ainda vai afundar com tanto peso.

A minha questão tem a ver com aquele partideco fascista denominado CDS-PP que tanto acusa os ucranianos e companhia e que quer fechar as fronteiras. E esta hein? Não é que fomos a ver e também existem imigrantes ilegais de origem portuguesa. E agora? Será que o Canadá está a agir bem? Mas... então eles não são portugueses? Tão boas pessoas.

Não tenho ouvido nada por falta de oportunidade mas gostava de saber o que as gentes de direita têm a dizer sobre isto!

terça-feira, março 28, 2006

Mais uma noite na noite...

Este Sábado, ao fim de largos tempo sem ir sair, resolvi ir a qualquer lado. A noite teve como ponto de partida o sempre agradável Torres onde bebi uma abadia. Quando olhei para o lado, o café tinha-se rendido todo a essa bebida. Ninguém bebia já da tradicional. Ao fim de meia dúzia de tragos... afastei o copo e a minha namorada lá se orientou com a minha, isto depois de se ter orientado com a dela :)

Fomos então até à Ribeira ver como estava um bar onde ela passou anos e anos. Estava uma miséria. Nem se quer entramos. Aliás, toda a Ribeira estava deserta. Só não espreitamos como se encontrava a zona do cubo mas também não devia estar muito melhor.

Posto isto, fomos até à nossa segunda hipótese. O Estado Novo que, como é óbvio, não tem nada a ver.

Chegamos lá e dei logo de caras com o segurança, ainda por cima meu conhecido. A música não era má. Tendo em conta que não deu pastilha, já não me podia queixar muito.

Mas aquilo tinha um mal muito mau. Era muita ganapada. A média de idades devia ser os 16 anos. Enfim, uma miséria. Nem gajas boas havia.

A única coisa engraçada que por lá se passou... ok... eu confesso, aquilo até foi agradável. Pena não poder beber porque estava de carro. A páginas tantas, um português, virou-se em inglês para um chinoca que lá estava e disse-lhe:

Here, if you have a nice car, you can bang all the girls...

Enfim... depois nós os machos é que somos porcos.

P.S. Já que aqui neste blog nunca se falou de noite, a não ser do botelhão, deixo aqui o desafio de cada um deixar aqui um comentário ao sitio onde costuma ou gosta de ir e o que lá se passa.

quinta-feira, março 23, 2006

Condómino comidinho!

Como já leram aqui há algum tempo, mudei recentemente de casa. Em primeiro lugar, devo referir que já me suou aos ouvidos que o centro de Ermesinde foi ligeiramente deslocado na tentativa de me acompanhar. Ainda não se nota a diferença mas lá chegaremos.

Bem, o que me trás aqui é o novo prédio onde estou. Recebi recentemente uma carta em casa sobre o condomínio, carta esta que era, diga-se de passagem, qualquer coisa de fenomenal.

Pelos vistos a mensalidade do condomínio aumentou e nada se tem feito. A carta eram perguntas que um inquilino fazia aos vários moradores e rezava qualquer coisa deste género:

Se as coisas não se resolvem, porquê aumentar o valor? Será para os produtos de limpeza? De certeza que não. As teias continuam no mesmo sítio, o pó nos lugares de sempre.

Na manutenção? As lâmpadas continuam fundidas.

Resumindo, todos os assuntos continuam iguais.

Ainda dizem que o governo é um bando de gatunos. Os gatunos estão é aqui e ninguém se queixa.

Quando vim para aqui morar disseram que isto era um condomínio privado. Isto é mas é um bairro de lata. Está na altura de se fazer uma revolução. Não é dos cravos mas sim dos baldes, contra os baldas.

Não sei quem escreveu isto mas está todo comidinho…

P.S. O que vale é que a minha estadia é provisória, a casa está arrendada e não pago condomínio.

terça-feira, março 21, 2006

O Botelhão

Para quem não sabe o que é um botelhão, passo a explicar. Um botelhão, típico de Espanha, e consiste em comprar garrafas de bebidas, alcoólicas de preferência :) e, juntamente com alguns amigos reúnem-se todos num qualquer espaço de uma rua ou jardim, praça, etc, e bebem como se não houvesse amanhã. Poupam dinheiro e fazem a festa à maneira deles. Ou seja, não fosse agora o frio e era uma actividade genial, actividade esta que eu já propus à minha gente a muito tempo e relembro aqui que estamos em dívida.

Qual é o propósito deste post perguntam vocês. É muito simples. A polícia espanhola quer/vai proibir esta actividade já não me lembro muito bem porque.

Qual é o bom desta noticia? É que em sinal de protesto, os nuestros hermanos estão a convocar uma megabebedeira para um destes dias (espero que não tenha já sido o dia dela)

Faço portanto aqui um apelo para que sejamos solidários com eles. Aponto para a mesma data e tudo.

Caso já tenha passado a data ou se estiver a chover, fica desde já marcada para um próximo sábado quente e seco… na atmosfera mas não nas gargantas.

A data da megabebedeira agradecia que alguém com mais tempo que eu a procurasse.

Os locais possíveis são, todos eles em Ermesinde: Jardim da Igreja em frente à porta lateral, Cruzeiro em frente à porta principal da Igreja, Espaço em frente à “seita” católica que anda a ajudar os leprosos perto da Igreja, em frente às galerias Peixoto ou perto da Vila Beatriz, num cruzamento que por lá há.

Fico à espera de feedback! Espero que haja algum :)

quinta-feira, março 16, 2006

A Tia Laura

Fui esta semana a casa de uma tia minha. A tia Laura. Ela era irmã do meu avô. Tem "só" 95 anos. Está numa forma magnífica. Faz tudo no dia a dia. Cozinha, passa a ferro, lava, anda a pé, etc. Os dias dela são passados em frente à TV. Está bastante lúcida, fala de tudo. Até da gripe das aves:) Fiquei fascinado. nunca tinha estado em frente a uma pessoa tão idosa. E mais lúcida do que muitos de 70 anos.

Tem, como todos os que chegam a estas idades algumas particularidades. A sua alimentação!

De manhã acorda às 9h menos qualquer coisa. Toma uma chavena de café com leite e um pão. Às 12h30 são as horas do almoço. Come o prato normal, com a sopa e 2 pães que mistura parte na sopa. Por volta das 20h come uma sopa a fazer de jantar. Às 23h vai para a cama. Nos intervalos destas alimentações não come rigorosamente nada. Como é que é possível?

Haja saúde!

segunda-feira, março 06, 2006

Livro

Fui ao hipermercado Continente e vi lá um livro que tinha um título genial, mas do qual não me recordo. :)

Ok, recordo-me mais ou menos. A capa tinha a imagem da última ceia e por cima estava então o título que era algo do género: "Então não servem as costeletas?"

Perguntaram ao autor o porquê daquele título. Ele respondeu que foi o único em que podia ofender tanto os cristãos, como os judeus e os muçulmanos.

Eu pergunto, então os pretos, os ciganos e os panascas são assim postos de parte? Já não há respeito? Isto assim não pode ser!

Homem casa com cabra

Depois de lerem este título, muitos devem estar a pensar: "Ok, e qual o espanto? Também eu casei com uma e não vim no jornal" Acontece que neste caso, um gajo casou mesmo com uma cabra, das de quatro patas.

Ao que parece foi apanhado a dar uma queca no animal então, o dono levou a questão ao concelho de anciãos. Foi decretado então que ele tinha que casar com a bicha e a pagar um dote de 100 euros visto que "tinha usado a cabra como uma esposa".

Segundo a fonte, ao que parece, ele e a cabra ainda estão juntos!

Se a moda pega... ainda vão haver muitas cabras de duas patas a ficar para tias...

quinta-feira, março 02, 2006

Mudar de casa II

Vocês não devem imaginar o que é mudar de casa nas condições em que eu mudei. E que condições foram essas? É muito simples. Mudei os móveis todos num só dia. Para quem conhecia a minha casa sabe que eram realmente muitos. Metade teve que vir pelas escadas. E para quem morava num 5º andar não foi tarefa fácil. Camas, armários da sala, da entrada, do corredor, dos quartos, frigoríficos, máquinas, sofás. E não era um armário em cada divisão mas sim vários. O maior problema disto tudo é que mudamos para uma casa mais pequena, visto que é de cariz provisório. É só até a casa que os meus pais estão a construir fique pronta. É certo que ainda demora seguramente um ano mas também tendo em conta que a meio deste ano vou casar e fazer as malas, serve perfeitamente. O problema é que, colocar tudo o que estava na outra nesta nova era tarefa impossível. Lá andamos então a meter metade dos móveis numa garagem do meu tio, outros tantos na casa duma senhora a quem lhe oferecemos e por fim os restantes foram para o novo apartamento. Acontece que o novo é mais pequeno em tudo, até nos elevadores pelo que teve que ir quase tudo pelas escadas. Desta vez a subir. Foi obra.

Está tudo uma autêntica desarrumação. Ficaram caixas em frente aos elevadores 2 dias. A minha casa está uma autêntica barafunda. A dispensa uma desgraça, o quartinho que lá tem cheio de coisas por montar, o meu quarto vai ser uma junção do meu com o da minha irmã e está parece um barraco dos ciganos. Nem sei quantos dias vou levar a arrumar aquilo.

Tive que deitar carradas de coisas fora. Todos os livros escolares que tinha guardado religiosamente desde a primária, assim como os livros desde o 5º ano. Ficaram só 2 ou 3 da primária para recordação.

Já me esquecia, no Sábado vi uma coisa que me deixou maravilhado, uma senhora velhinha foi ver o que andávamos a deitar fora. Foi aos sacos do lixo e começou a remexer. Pegou no que lhe interessava. Uma das coisas que seleccionou foi um boneco de madeira que fui eu quem o fez, em trabalhos manuais no 6º ano.

De resto, as mudanças duraram desde as 9h até às 23h. Escusado será dizer que a essa hora, montar as camas foi complicado pois já não haviam forças. Agora dói-me tudo. Costas, braços, pernas, mãos, pés, etc…

Agradeço a ajuda dos meus amigos pelos serviços prestados, quer em força bruta ou em meios.

A minha namorada foi uma fofa. Ajudou-me imenso e não parou um minuto. Ela é LINDA!

Em relação aos meus amigos que me ajudaram, ao fim de pedir a um gajo que cá costuma vir que me levasse duas gavetas e uma almofada tive de o levar a casa pois ele estava branco, cheio de dores e com muita vontade de beber água. As leitoras do blog dele que andam na secundária de Ermesinde chamam-lhe Margi, devido ao blog dele. Acho mal. Tal a força que ele evidenciou neste Sábado deviam eram chamá-lo Margizinho ou algo do género. Ele estava que nem podia. O que fazem 2,5 kg de peso…