segunda-feira, março 06, 2006

Livro

Fui ao hipermercado Continente e vi lá um livro que tinha um título genial, mas do qual não me recordo. :)

Ok, recordo-me mais ou menos. A capa tinha a imagem da última ceia e por cima estava então o título que era algo do género: "Então não servem as costeletas?"

Perguntaram ao autor o porquê daquele título. Ele respondeu que foi o único em que podia ofender tanto os cristãos, como os judeus e os muçulmanos.

Eu pergunto, então os pretos, os ciganos e os panascas são assim postos de parte? Já não há respeito? Isto assim não pode ser!

Homem casa com cabra

Depois de lerem este título, muitos devem estar a pensar: "Ok, e qual o espanto? Também eu casei com uma e não vim no jornal" Acontece que neste caso, um gajo casou mesmo com uma cabra, das de quatro patas.

Ao que parece foi apanhado a dar uma queca no animal então, o dono levou a questão ao concelho de anciãos. Foi decretado então que ele tinha que casar com a bicha e a pagar um dote de 100 euros visto que "tinha usado a cabra como uma esposa".

Segundo a fonte, ao que parece, ele e a cabra ainda estão juntos!

Se a moda pega... ainda vão haver muitas cabras de duas patas a ficar para tias...

quinta-feira, março 02, 2006

Mudar de casa II

Vocês não devem imaginar o que é mudar de casa nas condições em que eu mudei. E que condições foram essas? É muito simples. Mudei os móveis todos num só dia. Para quem conhecia a minha casa sabe que eram realmente muitos. Metade teve que vir pelas escadas. E para quem morava num 5º andar não foi tarefa fácil. Camas, armários da sala, da entrada, do corredor, dos quartos, frigoríficos, máquinas, sofás. E não era um armário em cada divisão mas sim vários. O maior problema disto tudo é que mudamos para uma casa mais pequena, visto que é de cariz provisório. É só até a casa que os meus pais estão a construir fique pronta. É certo que ainda demora seguramente um ano mas também tendo em conta que a meio deste ano vou casar e fazer as malas, serve perfeitamente. O problema é que, colocar tudo o que estava na outra nesta nova era tarefa impossível. Lá andamos então a meter metade dos móveis numa garagem do meu tio, outros tantos na casa duma senhora a quem lhe oferecemos e por fim os restantes foram para o novo apartamento. Acontece que o novo é mais pequeno em tudo, até nos elevadores pelo que teve que ir quase tudo pelas escadas. Desta vez a subir. Foi obra.

Está tudo uma autêntica desarrumação. Ficaram caixas em frente aos elevadores 2 dias. A minha casa está uma autêntica barafunda. A dispensa uma desgraça, o quartinho que lá tem cheio de coisas por montar, o meu quarto vai ser uma junção do meu com o da minha irmã e está parece um barraco dos ciganos. Nem sei quantos dias vou levar a arrumar aquilo.

Tive que deitar carradas de coisas fora. Todos os livros escolares que tinha guardado religiosamente desde a primária, assim como os livros desde o 5º ano. Ficaram só 2 ou 3 da primária para recordação.

Já me esquecia, no Sábado vi uma coisa que me deixou maravilhado, uma senhora velhinha foi ver o que andávamos a deitar fora. Foi aos sacos do lixo e começou a remexer. Pegou no que lhe interessava. Uma das coisas que seleccionou foi um boneco de madeira que fui eu quem o fez, em trabalhos manuais no 6º ano.

De resto, as mudanças duraram desde as 9h até às 23h. Escusado será dizer que a essa hora, montar as camas foi complicado pois já não haviam forças. Agora dói-me tudo. Costas, braços, pernas, mãos, pés, etc…

Agradeço a ajuda dos meus amigos pelos serviços prestados, quer em força bruta ou em meios.

A minha namorada foi uma fofa. Ajudou-me imenso e não parou um minuto. Ela é LINDA!

Em relação aos meus amigos que me ajudaram, ao fim de pedir a um gajo que cá costuma vir que me levasse duas gavetas e uma almofada tive de o levar a casa pois ele estava branco, cheio de dores e com muita vontade de beber água. As leitoras do blog dele que andam na secundária de Ermesinde chamam-lhe Margi, devido ao blog dele. Acho mal. Tal a força que ele evidenciou neste Sábado deviam eram chamá-lo Margizinho ou algo do género. Ele estava que nem podia. O que fazem 2,5 kg de peso…

segunda-feira, fevereiro 27, 2006

Mudar de casa

Ao fim de quase 20 anos a morar na mesma casa eis que mudo de casa. Sempre fui uma pessoa de me apegar muito às coisas que se cruzam na minha vida. Todas fazem parte de mim, das minhas memórias, daquilo que eu sou. Fico sempre algo triste quando me tenho de desfazer delas. Em relação à casa constatei sentimentos diferentes do que o que estava à espera. Surpreendeu-me o que, diga-se passagem, não é normal. Isto porquê? Porque descobri que, ao contrário do que eu pensava, o que faz a casa não são as paredes e o espaço, mas sim o recheio dela, quer a nível de pessoas quer de objectos pessoais e não só. É que, a última vez que fui ao meu antigo apartamento ele já estava todo vazio e à medida que ia entrando nele, aquilo ia-me parecendo cada vez menos meu. Já não me pertencia. Nem fiquei triste nem contente. Simplesmente algo indiferente ao facto de o deixar. Estive sempre consciente que a minha casa estava noutro lado. Precisamente onde estão as minhas coisas. Os meus livros, os meus cd's, o meu pc, as minhas fotografias. As minhas memórias estão em mim, os meus objectos estão na minha casa nova... nesta casa antiga só está o vazio e as paredes. Nada disso é meu. Nunca foi.

Ora, nas minhas memórias, 20 anos de memórias, estão muitas coisas. A infância lá passada, a adolescência, a fase já de adulto, os balões que se atiravam cheios de água para a rua, os dias de estudo, os dias de computador, os dias em que tinha um quarto livre para fazer nele o que queria, as festas que lá se fizeram, as conversas que lá se tiveram. Enfim. Uma vida que levo comigo.

Levamos todos. Nada fica lá para que os novos donos possam escrever as suas novas histórias sem interferências nossas.

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

Tá decidido!

A minha falta de tempo continua a manifestar-se. Agora ainda mais por causa da entrega dos convites de casamento. Tenho de ir a todo lado. A única boa nova é que o curso da CISCO está a acabar e, sendo assim, sempre vou ter os dias da semna livres, assim como o Sábado o dia todo. O grande problema é que, devido à tal falta de tempo estou tão atrasado que vou ter de continuar a estudar muito para além do final do curso.

Posto isto, tomei uma decisão para minimizar a minha falta de tempo.

Dormir o que durmo vou ter de continuar. Agora, para piorar as coisas só saiu às 18h30 logo, o final da tarde também já foi à vida. Vá lá que tenho 1h30 para almoçar e actualmente tenho vindo almoçar com a Márcia e fico a coçá-los durante meia horinha deitadinho. A barba também tenho de a fazer todos os dias, sem poder falhar. Comer também não posso evitar. Para cumulo fui basicamente obrigado a comprar uma escova de dentes eléctrica mas que, aconselham a usar durante 2 minutos. Devem pensar que não tenho mais nada para fazer. Não via grande hipóteses de poupar tempo até que se me fez luz. Já sei onde vou poupar. Vou deixar de tomar banho. A partir de agora não tomo mais. E como a seguir a cagar lavava sempre o cu, vou também evitar defecar. O que me traria a outra vantagem que consistia em ganhar tempo também nas idas à casa de banho.

segunda-feira, janeiro 30, 2006

Outro teste

Mais um teste para ver onde um gajo se situa na politica:

http://www.moral-politics.com/

Este foi o meu resultado:

quinta-feira, janeiro 19, 2006

A minha situação "geográfica" - politicamente




LIBERAL

Segundo o site: World's Smallest Political Quiz o teste que fiz, a minha situação "geográfica" na política é a que a imagem atesta. É certo que, como o teste é em inglês, nem tudo era perceptível :(

LIBERALS usually embrace freedom of choice in personalmatters, but tend to support significant government control of theeconomy. They generally support a government-funded "safety net"to help the disadvantaged, and advocate strict regulationof business. Liberals tend to favor environmental regulations,defend civil liberties and free expression, support government actionto promote equality, and tolerate diverse lifestyles.

O Sr. Antunes

Existe aqui um funcionário um tanto ao quanto caricato, para não dizer outra coisa.

Esta personagem tem bastantes particularidades, entre as quais o facto de falar extremamente alto, seja qual for o seu estado de espírito. A sua característica mais vincada consiste na quantidade de asneiras que diz da boca para fora. Asneiras estas que não são só na base de palavrões, se bem que eu ao pé dele sou um menino do coro, mas também na miséria dos seus pensamentos.

Esta figura anda sempre com uns óculos de ver ao perto na ponta do nariz, o que faz com que ande sempre com a cabeça para baixo a espreitar por cima das lunetas tipo desconfiado.

Passando à frente a questão de ele andar sempre a insultar as trabalhadoras da linha e ter como uma das suas funções fiscalizar o que se passa, o que, tendo em conta os óculos no nariz fica mostra-nos uma imagem linda.

Bem, o que se passou hoje tem a ver com politiquices. Este senhor é um acérrimo defensor da direita e um anti-comunista, mas, acima de tudo… anti-soarista.

As presidenciais eram o mote.

Lá estava o nosso amigo: F*da-se e tal, não me digam que o Cavaco não ganha à primeira! Esse Filho da P*ta do Soares é que devia era ficar em último. Dizia isto sempre aos berros e a esbracejar. E perguntava a todos, mas individualmente:

- E você? Acha que o Cavaco ganha à primeira volta? O quê? Acha que não? Ó pah, desde que não seja o bochechas... E você o que é que acha? O quê? Também não acha que ele ganha à primeira? Ó que car*lho! Assim começo a ficar preocupado! Filhos da P*ta.

Eu disse-lhe logo que ia a segunda volta, mas com o Jerónimo :) A ele, o que lhe interessa é que o Soares não vá a lado nenhum. E isto porquê? Porque o Mário Soares fugiu para França aquando da guerra do Ultramar. Isto enquanto o nosso amigo tresloucado andava na Guiné, segundo ele, a bater com os tomates.

Pela fúria dele, presumo que não os batesse em coisa mole.

Terminou a nossa conversa (sim, já só restava eu e outro) com pena de o outro ex-veterano em Barcelos não lhe ter acertado mesmo na testa, como devia ser… e claro está, com um ferro.

sexta-feira, janeiro 13, 2006

Uma barreira na estrada

Na sexta-feira, ia eu às 4 horas da madrugada para casa, no meu automóvel, quando, a 30 metros de casa, para quem conhece a zona isto passou-se à porta da Damira (não, a Damira não é nenhuma badalhoca, é tão somente um pão-quente), continuando, sai uma manada de cães (sim, manada, porque o mais feroz mais parecia uma vaca, a avaliar pelo tamanho) em direcção ao meu carro. Pareciam que estavam mesmo à esperinha que eu chegasse. Saíram de trás de um carro, ferozes como tudo, com um olhar completamente tresloucado, aqueles dentes raivosos e impregnados de baba a escorrer pelas beiças. Via-os como num filem de cinema, quando passam aquelas cenas em câmara lenta, a abanarem-se todos… Trum Trum Trum…. Eu, que estava meio ensonado ainda nem tinha percebido bem o que estava a acontecer. Oito. Eram oito. Oito cães disparados e eu era o alvo. Fizeram-me uma barreira. Consegui contorná-los, tendo para isso que ir em contra mão durante umas boas dezenas de metros. O carro a altas rotações, sempre contra à mão, atento aos carros estacionados para que nada de grave ocorresse e com um olho na manada, principalmente o cão que se parecia com uma vaca. Valentes cabrões. Tive que ir desde a Damira até à porta principal da igreja, sempre a fugir daqueles bichos nojentos. Foram 100 longos metros. Dei a volta pelo parque urbano. Ai se eu tivesse uma caçadeira. Haviam de correr era à frente dos chumbos. Cambada de cães da merda. Aproximei-me novamente do local onde me tinham feito a emboscada. Parei. Olhei. Não vi cães. Estacionei o carro. Peguei no guarda-chuva como arma. Ai de algum que viesse. Cravava-lhes as varetas todas naqueles focinhos. Eu que soubesse o número da famosa rede. Lembram-se da rede? Aqueles gajos que vinham numa carrinha e que levavam aqueles seres para o canil.

Gosto muito de cães, excepto aqueles que me atacam.

E cães vadios em alcateia… então esses é que eu detesto.

Lá fui para casa, sem companhia canina.

O que vale é que antes de entrar vi uma carrinha municipal com aspecto de quem andava a patrulhar aquela zona. Espero que tenham visto aquela alcateia.

P.S. Por causa desta merda que estou aqui a escrever, o mais certo é nos próximos dias ser ferrado violentamente por um deles. Nem que seja pelo cão da minha namorada, ou pelos 7 que vivem no pátio dela.

sexta-feira, janeiro 06, 2006

Há coisas que me surpreendem!

Nos primeiros dias do ano, um hábito por mim desconhecido, apoderou-se de todos os trabalhadores da empresa. Um hábito bom e saudável. Por toda a gente que passava, era desejado Bom Ano. Cruzava-me e elas retorquiam sempre Bom Ano. Atendia telefonemas, dos funcionários de cargos mais simples e lá vinha um Bom Ano. Se fosse dum director, passava-se o mesmo. A primeira coisa que ouvíamos era sempre o belo Bom Ano. Inclusive havia quem, e não eram poucos, se dirigia de propósito aos vários departamentos para desejar a todos um Bom Ano.

Foi até bonito o gesto de todos. Ainda há pessoas de bem! O ambiente é sem dúvida bom.

quarta-feira, dezembro 28, 2005

Woddy Allen

Woddy Allen deu esta semana um concerto com a sua banda no CCB.

Ficava mais satisfeito se fosse no Porto e claro, não tinha muito interesse em vê-lo de gaita na boca. Antes preferia uma actuação na chamada stand up comedy. Gostava mesmo muito de o ver neste campo. Será a meu ver um génio que se enquadra mesmo neste estilo.

Por falar aqui em génio, ele, numa entrevista, devido precisamente ao facto de o apelidarem de génio, afirmou nada ter a ver com tal catalogação, até porque, palavras dele, de inteligente não tem muito, as pessoas é que pensam que ele é intelectual unicamente devido a usar óculos. Quanto à genialidade dos filmes, aproveitou também para esclarecer que só acham isso porque são daqueles filmes que dão prejuízo.

Não sei se era mais um golpe de representação ou se pensa efectivamente isto dele. Se sim… perdoai-o Senhor… ele não sabe o que diz.

terça-feira, dezembro 20, 2005

EUA – O país das liberdades!... ou então não….

Estava eu muito sogadito a ler uma entrevista duma moçoila portuguesa, que está a viver nos “Estates”, na revista do Expresso, quando, a páginas tantas, ela faz uma revelação extraordinária sobre uma tendência que está a surgir pelas terras do Tio Sam.

É que, segundo ela, para que não firam a susceptibilidade da população não católica, estão a ser todos aconselhados a evitar dizer Marry Christmas e a dizer unicamente Happy Holidays.

E “prontos”, como dizia o outro… assim vai o Mundo.

quarta-feira, dezembro 14, 2005

O mal

Estou a ser atacado por um mal que tem sido prejudicial a muito boa gente e que se tem apoderado de quase todas as almas sem que se dê por isso de uma forma consciente, precisamente por causa desse mal.

Este mal é impeditivo sequer de fomentar uma solução capaz de o anular. Este mal é um mal desta sociedade (para variar) mas está de tal modo bem congeminado que vai ficar por muitos e bons anos.

É tão enorme, que nem permite, sem que nos apercebamos, estruturar um movimento para acabar de vez com ele.

A que mal é que eu me refiro? Este mal é o tempo. Ou melhor, a falta dele.

A falta de tempo para tudo tem dado cabo de mim.

sexta-feira, dezembro 09, 2005

Querido Pai Natal

É bom conhecer pessoas de todas as áreas pois podemos vir a ter conhecimentos sobre matérias que não dominamos nada de nada. A par disto conhecemos histórias que se passam e que têm quase exclusividade, no sentido em que são impossíveis acontecerem noutras actividades. Isto torna-se melhor ainda, quando uma das pessoas que conhecemos, que é visita assídua é professora primária e… traz testes dos seus alunos.

Ora, num desses testes era pedido aos alunos que escrevessem uma carta ao Pai Natal.

Um desses alunos fez algo de extraordinário. Aqui fica a composição, tal e qual o original. Sem retirar ou acrescentar o que quer que seja.

Começa assim… mesmo assim, sem qualquer introdução:

“Andas sempre de um lado para o outro que até pareces um macaco. Portanto, para o Natal, quero um cd dos DZRT. Feliz natal.”

Mais nada!

Glorioso vence Man Utd

SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB SLB

quarta-feira, novembro 30, 2005

Vieira a Presidente!

"Eu é que sou o Manuel Alegre"
Manuel João Vieira, apresentação da candidatura à presidência em Lisboa, 28-11-2005

quarta-feira, novembro 23, 2005

A nova chanceler alemã, Ângela Merkel

A nova chanceler alemã, Ângela Merkel encontrou a solução para combater o défice público. Aliás, nem sei como é que nos escapou.

As medidas a tomar são efectivamente bastante eficientes e demonstram uma grande capacidade estratégica.

Como primeira medida, vai ser reduzido para metade o 13º mês dos funcionários públicos e pensionistas.

Esta medida vai ser acompanhada do aumento de tempo de trabalho em uma hora.

Ao nível do serviço militar, o subsidio via mesmo ser suprimido, assim como o do fim da incorporação.

Isto para além de um aumento de impostos.

É o que dá confiar em mulheres. Mas até era engraçado adoptarem estas politicas cá em Portugal visto que todos tinham legitimidade para partir para a violência.

De certeza que era loira...

Determinada individua, enfiou-se num avião, não sem antes ter enfiado no papo umas valentes quantidades de álcool acompanhados de uma boa dezena de uns comprimiditos…

E perguntam vocês: Mestre… e qual foi o resultado?

E eu respondo: é muito simples! O resultado foi a seguinte atitude: A meio da viagem, enquanto os outros passageiros dormitavam, ela resolveu ir fumar um cigarrito! O problema dela era a falta de aragem. Foi por esse motivo que uma hospedeira a surpreendeu a tentar abrir a porta do avião para lavar com um ventinho enquanto dava a tal passa.